segunda-feira, 1 de março de 2010

RIO DE JANIERO - 445 ANOS

... CIDADE MARVILHOSA CHEIA DE ENCANTOS MIL.
AAAAH, TINHA QUE SER O RIO, O MEU RIO DE JANIERO.
CIDADE DO SUOR E DO SAMBA
DO BRANCO E DO PRETO
DO AMARELO E DO VERMELHO.

CIDADE DO CRIADOR, QUE ESTÁ SEMPRE DE BRAÇOS ABERTOS A NOS ESPERAR.


VER AQUELA MULATA A SAMBAR E NÃO CONSEGUIR FICAR PARADO...
APRECIAR O TEU PÔR DO SOL DA PEDRA BONITA, OU DE QUALQUER OUTRO LUGAR.
...O BONDINHO,
O JARDIM BOTÂNICO,
A PEDRA DA GÁVEA,
PRAIA DA RESERVA,
CRISTO REDENTOR,
MIRANTE DO LEBLON,
BARRA DA TIJUCA,
JOQUÉI CLUBE,
COPACABANA,
SANTA TERESA,
LAPA, SEUS ARCOS, SEU SAMBA, SEU SOM, CANTOS E ENCANTOS.

... SÓ MESMO INDO AO RJ PARA PODER APRECIAR TUDO ISSO E MUITO, MUITOO, MUITOOO MAIS!!!!


PARABÉNS RIO, PARABÉNS BRASIL!!!!



"......"

RIO, DE CORAÇÃO

Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem sou
E admiro tua paisagem forte,
De pesos e nuances tantas
Que o fôlego adquire um ar de nobre.
E esses teus mares, montanhas e céu invejáveis,
Tua Baixada e tua Zona Sul,
De tropeços tão únic
os,
Que fazem de ti a desarmoniosa escultura
De um palco alvissareiro e elegante,
Que se estampa nas prateleiras
E esconde teus quintais.

Quando te olho, Rio, orgulho-me de tua acolhida.
E dentro deste peito uma coisa cresce certa,
Tal qual um assombro de tern
ura e vaidade.
Quando denuncias, de braços abertos,
Que és casa de boa conduta, tomada em doce canção,
E percorro tuas Linhas, sejam Amarelas, Verdes ou Vermelhas,
Que trazem aos visitantes a realidade das favelas.
Estas mesmas que decoram teus morros
E que, à noite, transformam-se em aquarelas luminosas.
E lá, do outro lado, por onde escorrem as Serras,
Não escondes as maravilhas que a ti pertencem Q
uando te olho, Rio, retrocedo em muitas infâncias
E enriqueço-me com tuas glórias e louvores
Que traçaram muitos rumos escutando teus lamentos
De Zona Oeste e Zona Norte, que complementam o labirinto
De onde muitos desconhecem valores ímpares
Da carioquice resguardada em velados preconceitos
De sua ruas, travessas, avenidas e estradas
Lagoas, riachos, florestas e toda a
gente carioca
E nasce a pergunta que explode em tantos gritos:
"Quem pode te olhar com desdém,
Quando dois braços abertos
São os convites à elegância de tuas formas?"

Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem sou...

Autora: Márcia Ribeiro



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